13 de mar de 2012

Ubaldo: O homem dos "Gols espíritas"!


Pouco conhecido pelas gerações mais novas do Galo, mas muito importante na história do glorioso. Ubaldo nascido aqui mesmo em Minas Gerais, saiu de Divinópolis para se tornar o oitavo maior artilheiro do Clube Atlético Mineiro, com 137 gols marcados em 287 jogos

Na época que Ubaldo chegou ao Galo a torcida sentia falta de um atacante "Matador",  desde a época de Guará o Atlético fazia experiências mas não aparecia um atacante capaz de conquistar a torcida. Mas quando Miquica (apelido que a torcida deu a ele) chegou parecia que essa história ia mudar, desde os primeiros jogos se mostrou um jogador rápido e que onde estava arriscava o chute, ficou conhecido como o atacante que fazia muitos gols espíritas, não dava para saber como mas principalmente em jogos decisivos a bola passava na área tocava nele e entrava.

Risonho, raçudo, humilde e goleador, Ubaldo tinha tudo para conquistar a torcida do Galo pois desde sempre ela gostou de jogadores que mostrem vontade dentro de campo, um exemplo do amor de pelo Galo foi quando seu pai morreu, e ele pediu para jogar o clássico contra o Cruzeiro e nessa ocasião vencemos o nosso maior rival.

Uma curiosidade na carreira dele é que foi impedido de viajar com a equipe do Galo a Europa para a disputa de Campeão do Gelo, pois o exército não o liberou. O própio presidente do Galo tentou ir até Juiz de Fora para tentar a liberação do jogador mas de nada adiantou Ubaldo estava fora, mas como o nosso hino diz "Nós somos campeões do Gelo..." e esse empecilho não fez com que o Galo perdesse o título.

Títulos: Campeonato Mineiro (1950,1952,1953,1954,1955,1958)
Artilharia: Campeonato Mineiro (1953 e 1958) ambas com 13 gols.


Lucas Miranda, Ubaldo e o goleiro Sinval tomando Guaraná após a vitória no clássico.


Ubaldo o camisa 9 com a bola na mão após fazer um gol no Cruzeiro.


@diegopantuza

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3 comentários:

Muito bom esse post, é sempre bom lembrar a história do galo. E esse Ubaldo é muito atleticano, já vi uma entrevista dele e ele torce para o galo como poucos.

Conheci ele no Alípio de Melo, no bar do Divino! Salve Ubaldo!

Eu vi o Ubaldo jogar. Era uma criança de 8 anos. Que saudades! Como tomei chuva no Independência, quantas vezes fui ao campo de Lourdes! Saudades do Ubaldo e dos clássicos contra o Vila Nova!

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