31 de mai. de 2020

Finanças: O que mais preocupa no Balanço Financeiro de 2019

Como todos sabem o balanço do Galo sobre o ano de 2019 foi parcialmente divulgado na mídia e também pelo clube. Algumas partes ainda necessitam passar pelo conselho fiscal antes de se tornar público. Porém, algumas coisas chamaram minha atenção em estudo divulgado pela Ernest Young, que está auditando o clube, onde mostra o futebol brasileiro no geral. Receitas e dívidas dos maiores times do país. Para entendermos o cenário macro do clube vamos a uma pequena estorinha:

Suponhamos que o Atlético seja uma pessoa normal, comum, como a gente é. Além do Galo, teremos também outras pessoas físicas como Athletico PR, Grêmio, São Paulo, Santos e Flamengo. Todos eles assalariados e possuem profissões normais.

1. O Flamengo é um típico advogado, que assim como nossos presivente e vice, é renomado e ganha bem. Suponhamos que ele ganhe 10 mil/mês. O "Fla" é um cara centrado, gasta menos do que ganha e leva uma vida boa. Ele tem gastos mensais de 9 mil reais, o que o deixa confortável para de vez em quando gastar além da conta, pois sabe que mensalmente o seu dinheiro sobra

2. Nosso segundo personagem é o São Paulo. Ele também ganha bem, tem um emprego estável e com seus 6 mil/mês gastou no último ano uma quantia a mais, algo em torno de 7 mil/mes. Sâo Paulo é um cara rico, tinha uma reserva e ainda possui bens, mas apesar do rombo que sofreu ainda tem estabilidade pra manter seus gastos se vender algum ativo. 

3. Grêmio é um cara que sempre ganhou bem, mas nunca cresceu muito porque não tinha estudo. Ele se preparou, cortou gastos, se profissionalizou e hoje tem um ótimo emprego. Ganha seus 6,5 mil/mês e gasta com sabedoria 6 mil/mês. Assim como o Flamengo, de vez em quando ele pode se dar ao luxo de gastar além da conta, pagar um Tardelli e não ter retorno, mas mesmo assim ter as contas em dia. 
o Grêmio também é esperto, faz investimentos e como o São Paulo ele de vez em quando vende um ativo que valoriza e com a grana ele compra outros ativos para buscar valorização. Está em plena ascendência.

4. Santos é investidor nato, está sempre de olho em bens que possam se valorizar no futuro. Sempre foi uma pessoa que gosta de esbanjar, está sempre rodeado por amigos ricos e mesmo ganhando 4 mil/mês possui gastos elevados de 5 a 5,5 mil/mês para bancar seus luxos. Como é um investidor nato, seus bens sempre aparecem para salvá-lo da falência e com isso mantém sua vida luxuosa em meio aos amigos.

5. Nosso último persongagem, o Athletico PR é bem observador. Ele procurou entender todos os seus concorrentes para definir sua estratégia de vida. Andou tendo altos e baixos durante alguns anos, mas depois que se profissionalizou e começou a investir em bens para valorizá-los tem conseguido ganhar cada vez mais. Passou de 1,8 mil para quase 5 mil/mês, manteve seus gastos sempre em 60% do que ganha e com a venda de seus bens agora valorizados tem conseguido ostentar e causar inveja em meio aos ricos.


Após contar essas estórias, acredito que você esteja se perguntando quem é e como está o Atlético financeiramente, certo?
Assim como nessas estórias, vamos falar das finanças de forma macro e nesse primeiro texto falar apenas sobre as receitas atuais comparadas a dos rivais brasileiros.

As receitas provenientes de TV que em 2018 foi menor que nos anos anteriores já se enquadraram. Acontece que em 2016 e 2017 o antigo presidente adiantou receitas de 2018 para tentar ganhar títulos e pagar aquele grande time. Pois bem, agora em 2019 todo o valor referente ao exercício e as competições disputadas entraram nos cofres do clube no mesmo ano. 
O Atlético obteve receita recorde de R$354 mi, porém 49 mi foram repassados pelo Menin em formato de patrimônio, que é o terreno onde ficará a arena MRV. Ou seja, esse dinheiro nunca entrou nos cofres do clube que arrecadou então algo próximo a 300 mi



É díficil imaginar o Galo brigando contra os gigantes do futebol tendo receitas modestas como a atual. Veja que 8 clubes receberam a mais e são esses os clubes que brigaram na parte de cima do último brasileirão, pelo título da Copa do Brasil e também foram os que mais longe foram na Libertadores. Isso deixa explícito que quanto maior as receitas, mais as chances de conquistas e por isso não se pode cobrar do Galo que ganhe de qualquer maneira. 
Apesar dos números parecerem assustadores é possível ver maior equilibrio (a Excessão de Flamengo, Corinthians e Palmeiras) que as receitas de transferência de jogadores tem sido o diferencial dos grandes clubes. Quem vende mais e melhor possui maior poder de investimento e isso também tem feito diferença esportivamente.

Não basta só vender, os principais times nesse ranking vendem bem. A questão não é a quantidade, mas a qualidade das vendas. Flamengo e Santos venderam jovens por mais de R$ 180 mi cada um, enquanto o Galo se desfez de 2 titulares (Emerson e Chará) por pouco mais de R$ 80 mi 
Outro fator que influencia as vendas é o momento dos clubes: Atlético vendeu um jovem lateral, de seleção olimpica, por 10 mi de euros para o Barcelona. 
Já o Athletico Paranaense, campeão da Copa do Brasil, vendeu seu lateral esquerdo para o Atlético de Madrid por 20 mi de euros, o dobro do que conseguiu o Galo. 

Em relação à direitos de transmissão, o acordo individual prejudicou muito os clubes de Minas e do Sul, mas somados à receita de premiações o buraco aumenta muito em relação à outras equipes.
Times de menor poder de investimento arrecadam muito menos em transmissão. Isso ilustra que quanto menor o investimento em futebol, quanto pior o resultado esportivamente, pior será o retorno financeiro e maior será a diferença pra outras equipes ao longo dos anos.

Investir mais não é garantia de retorno, mas só tem retorno equipes que investem em futebol. Logo, o correto não é investir de qualquer maneira no futebol, mas em áreas que vão dar retorno como acordos comerciais, sócio e bilheteria.

E é justamente nesses acordos que o Galo está muito atrás dos demais. O clube depende de empréstimos e das vendas de seus titulares todos os anos para se manter, quando poderia aproveitar melhor a marca que têm: Venda de produtos, bilheteria, sócio, mídias digitais, publicidade... Outros clubes conseguem muito mais do marketing que o clube e isso nos enfraquece esportivamente.



O Estudo é mais abrangente e mostra os mesmos resultados dos últimos 5 anos somados. O Galo recebeu menos em patrocínio, sócios, bilheteria e venda de produtos licenciados que o seu maior rival que se atolou em dívidas. A exploração da marca é muito fraca e isso tem deixado o clube distante dos rivais gaúchos e paulistas. O Grêmio, por exemplo, vem conseguindo arrecadar milhões a mais nos últimos 5 anos, sendo que o valor recebido é 3x maior que o nosso. Isso mostra como estamos fragilizados e disputar jogadores, treinadores e competições contra esses times somente é possível com ajuda de mecenas.
A grande questão é: Será que a única saída é depnder do dinheiro dos Guimarães e Menins? O Galo é um time histórico, de camisa e tradição e com seriedade um projeto poderia colocar o Galo em outro patamar, até mesmo com o Flamengo e Palmeiras, times hoje disparados os mais bem estruturados do país. Aliar o dinheiro de investidores apaixonados com profissionalismo poderia ser nosso diferencial. Poderia. Hoje nossa realidade é bem diferente.

Remetendo a estorinha, o Atlético trabalha muito, mas ganha pouco. O Atlético é um pouco diferente dos outros, pois possui uma herança grande e era um cara que se achava descolado, ostentava o que não tinha e com isso se viu sem nada, quase obrigado a se desfazer de sua herança. Há uns 4 anos gastava 5 e ganhava 4 mil/mês.
Foi obrigado a mudar a postura, passou a ser conservador. Seu emprego requeria boas roupas, ser social e isso o fazia gastar muito. Logo resolveu trocar de emprego, mudou pra outro e passou a ganhar 3 mil/mês. Reduziu seus gastos para 3 mil/mês. Como não consegue juntar nenhum dinheiro ele viu a sua antiga dívida aumentar e teve que escolher novamente o que fazer: Se profissionalizar e investir no seu futuro ou aumentar seus investimentos a espera de maior retorno financeiro? Pois bem, ele fez os dois. Aumentou seu custo mensal, sem mudar de emprego. Hoje é um clube que gasta muito, mas arrecada pouco. Ainda está se profissionalizando e investindo, mas vai precisar de tempo até conseguir resultados. Hoje são apenas gastos, sem nenhuma perspectiva de retorno. 


Por @ThalesEduardo13

11 de dez. de 2015

E o Prêmio Blog Galo de Prata da temporada vai para? Descubra aqui o jogador mais regular da temporada.

Quem será que foi o jogador mais importante do Galo no brasileirão?

E apesar dos vários jogadores testados, quais foram os jogadores indicados aos 11 ideais?

O prêmio Blog Galo de Prata vai para o jogador mais regular do time, não aquele que fez mais gols ou deu assistências, mas para o que manteve o melhor aproveitamento durante o ano. As notas são totalmente parciais, vindas de atleticanos que acompanham sempre os jogos. Esse é um prêmio do torcedor para aquele jogador que pode não ter tanto destaque, mas ajudou o time na campanha do brasileirão. 

O prêmio foi liderado por quase todo o campeonato para o baixinho Luan, mas na reta final a constante dedicação e entrega do jovem zagueiro alvinegro, fez a diferença para Jemerson ser escolhido como o jogador mais regular do brasileirão. Leo Silva, o outro zagueiro do Galo, teve nota média igual a Luan e por isso ficou também na segunda colocação.

Veja o ranking:

1º Jemerson (6,85)
2º Leo Silva (6,84)
    Luan (6,84)
4º Pratto (6,76)
5º Leandro Donizete (6,70)
6º Carioca (6,64)
7º Victor (6,63)
8º Giovanni Augusto (6,58)
9º Patric (6,46)
10º Dátolo (6,44)
11º Thiago Ribeiro (6,38)
12º Douglas Santos (6,32)
13º Marcos Rocha (6,31)
14º Josué (6,29)
15º Cárdenas (6,23)
16º Carlos (6,18)

Não atingiram o número mínimo de jogos (12)

- Lucas Candido (7,0) 1 jogo
- Tiago (7,0) 1 jogo
- Maicosuel (6,75) 10 jogos
- Carlos César (6,7) 5 jogos
- Eduardo (6,5) 1 jogo
- Edcarlos (6,43) 7 jogos
- Guilherme (6,00) 10 jogos
- Dodo (6,00) 10 jogos
- Danilo Pires (6,00) 2 jogos
- Mansur (6,00) 1 jogo
- Pedro Botelho (5,67) 6 jogos

Foto: Bruno Cantini/Atletico




Os 11 ideais

Goleiro
Victor 

Zagueiros

Jemerson
Leo Silva

Lateral direito

Patric

Lateral esquerdo

Douglas Santos

Volantes

Donizete
Carioca

Meias

Giovanni Augusto
Dátolo

Atacantes

Luan
Lucas Pratto

E ai, concorda? Reveja as notas jogo a jogo e envie seu comentário através das nossas redes sociais: Facebook, FanPage e Twitter. 

Confira a temporada de Jemerson no vídeo abaixo.

7 de dez. de 2015

Galo x Chapecoense - Que venham mais conquistas

Após um belo ano, o Galo se despede de seu torcedor e do ano de 2015 com saldo positivo. Apesar de não ter conquistado nenhum título de expressão nacional nessa temporada, o Galo viu que está muito mais parto das conquistas a cada ano que passa. 

Após vencer o título estadual com tranquilidade, o Galo foi eliminado precocemente nas oitavas de final da Libertadores e da Copa do Brasil. Apesar desses maus resultados, o time jogou bem, teve perto das vagas e só ficou de fora por detalhes. Detalhes esses que deverão ser prontamente corrigidos, já que em alguns casos foram erros individuais que nos custaram avanças mais longe. Porém, a males que vem para bem. Sem o foco nas competições de mata mata, o Atlético concentrou todas as suas forças no campeonato Brasileiro e com méritos foi vice campeão. A diferença entre o vencedor e o Galo foi apenas os confrontos diretos. os 6 pontos perdidos acabaram custando o campeonato. 

Nada a lamentar. Na vida temos sempre que olhar para frente e a sempre um ano novo para buscarmos antigos objetivos. Hoje com a estrutura, a base do time, a força da arquibancada e as contas em dia, o Galo surge sempre como candidato a conquistas de coisas importantes. 

Que Daniel saiba dos pontos fracos do time para que em 2016 possamos nos fortalecer e corrigir os erros desse ano e com isso, conquistar de novo grandes títulos como fizemos em anos anteriores. 

O último jogo. O Galo entrou em campo tranquilo. Já sabia que a segunda colocação estava garantida e por isso jogou 90 minutos sem se doar ao máximo. Foi um jogo tranquilo e sem desespero para jogadores e torcedores. 

O time até levou alguns sustos, mas rapidamente se reencontrava em campo. E foi assim até o primeiro gol, gol que deu uma tranquilidade maior da arquibancada ao banco de reservas.

Com o jogo na mão, Diogo Giacomini aproveitou para lançar os garotos da base, que entraram bem e mantiveram o volume do jogo. E com mais dois gols na fase final, o time saiu aplaudido de campo e a torcida pode ir para casa sorridente e esperançosa com o ano de 2016. 

Victor (6,5): Foi tranquilo e fez defesas precisas para garantir a vitória alvinegra. 

Marcos Rocha (7,0): Melhor partida no ano, Marcos Rocha voltou a correr, marcar e se entregar em campo. 

Léo Silva (8,0):  Excelente partida do capitão, que além de ser um monstro na defesa, ainda balançou as redes.

Jemerson (7,0): Muito bem posicionado, teve muita facilidade ao desarmar os adversários. Foi seguro como sempre.

Patric (7,0): Começou muito mal, não conseguia marcar. No segundo tempo ele apareceu várias vezes dentro da área adversária e até balançou as redes. Levir talvez estivesse certo, ele é mais meia que atacante, já que pouco voltou para marcar e ajudar a defesa. 

Rafael Carioca (6,5): Foi tranquilo e distribuiu ótimos passes. Saiu para a entrada do jovem Eduardo.

Lucas Candido (7,0): Depois de 9 meses parado, Lucas voltou ao time titular e fez uma excelente partida. Errou passes e desarme devido ao tempo inativo, mas no geral substituiu o leão Donizete muito bem.

Thiago Ribeiro (6,5): Apareceu pela primeira vez aos 30 minutos do primeiro tempo, quando errou um gol sem goleiro. Mas na segunda chance, também sem goleiro, fez o seu gol. No segundo tempo foi muito acionado, mas não deu sequência aos lances. 

Giovanni Augusto (7,0): Demorou a conseguir achar seu espaço, mas devido a falta de interesse do adversário teve tempo para pensar e distribuir bons passes. Saiu com duas assistências do jogo. 

Luan (6,5): Jogou bem, puxou contra ataques, criou jogadas e até mesmo ajudou à marcação. Foi o motor do time novamente, mas na frente do goleiro não teve a mesma eficiência.

Pratto (6,5): Perdeu duas chances de frente para o gol, lance que a muitos jogos não se repetia. Infelizmente ele não teve a mesma frieza que teve no primeiro turno. 

Foto: Bruno Cantini

Substituos:

Carlos (6,0): Não tocou na bola e nada produziu.



Eduardo (6,5): Teve uma chance sem goleiro e desperdiçou, mas no geral manteve o nível de atuação de Rafael Carioca, a quem substituiu.

Cárdenas (6,0): Despedida do meia colombiano que se resumiu no último jogo. Cárdenas jogou sempre em um ritmo diferente dos companheiros e passou sempre longe do gol.

30 de nov. de 2015

Galo x Grêmio - Férias forçadas

Mais chutes, mais escanteios, mais posse de bola e mais jogadores. Mesmo assim o Atlético conseguiu perder para o Grêmio em Porto Alegre pelo placar de 2 a 1 o time do Galo vê agora a segunda colocação ameaçada. 

Com falhas individuais, e não só do goleiro Victor, o Galo perdeu a décima primeira no Brasileirão. Agora o Galo precisa vencer o último jogo, em casa, para não depender de outros resultados. 

O time se complicou logo no início. Após perder três chances boas de abrir o placar, o time sofreu gol na primeira finalização do adversário. 
Depois de sofrer o gol o time recuou um pouco e só chegou ao gol de empate graças a um pênalti sofrido por Dátolo e convertido por Pratto. Os últimos cinco gols do atacante argentino foram em cobranças assim, o que explica a falta de gols do ataque alvinegro. 

No segundo tempo vimos mais do mesmo. O fraco time do Grêmio  não conseguia trocar passes e a bola foi toda do Galo que atacou o tempo inteiro e desperdiçou todas as oportunidades. Já o adversário foi mais eficiente, na segunda bola ao gol, após cobrança de falta rasteira o Grêmio chegou ao gol da vitória e agora está um ponto só atrás do Galo na tabela.

O Galo se mandou ainda mais em busca do gol, mas conseguiu desperdiçar as chances que teve de frente com o gol. Como resultado, mais uma derrota para o alvinegro que vem sofrendo com a falta de pontaria e os erros individuais na defesa. 

Victor (6,0): Falhou nos gols sofridos. 

Patric (5,0): Errou tudo que tentou.

Léo Silva (7,0):  Jogou bem e só não sofremos uma goleada graças aos inúmeros desarmes do capitão.

Jemerson (6,5):  Tentou conter o ataque adversário e mas sozinho não teve sucesso. Em vários momentos brigou com os laterais para que pudesse ter ajuda, mas foi sozinho que teve que segurar os adversários.  

Douglas Santos (6,0): Fez até boas jogadas no início, mas começou a errar e não parou mais. 

Rafael Carioca (6,5): Tentou ajudar a equipe, mas estava desconcentrado. Acertou bons desarmes, mas errou mais do que acertou.

Leandro Donizete (6,5): No mesmo nível do companheiro, saiu para não ser expulso de campo.

Dátolo (6,5): Não conseguiu ser criativo, até tentou e pediu a bola, mas mesmo tendo uma fraca partida, Dátolo foi o principal meia na partida.

Giovanni Augusto (5,0): Não conseguiu jogar, ficou preso a marcação onde foi facilmente desarmado. 

Luan (6,5): Luan fez um ótimo primeiro tempo, mas depois caiu e produção junto com o time. Talvez por cansaço e falta de motivação.

Pratto (6,5): Pouco finalizou ou recebeu a bola em condições de chegar ao gol. Saiu sem finalizar a gol e foi muito prejudicado pelo fraco desempenho do ataque.



Substituos:

Carlos (6,0): Não tocou na bola e nada produziu.

Dodo (6,0): Nada acrescentou. 


28 de nov. de 2015

Galo x Goiás - Obrigado, Levir!

No último jogo de Levir pelo Galo o time decepcionou. A despedida do treinador que poderia ter acontecido no último jogo do campeonato foi antecipada pelo fraco jogo feito diante do Góias, no empate de 2 a 2. 

Levir chegou ao Galo onde o time, diretoria e a torcida necessitava de humildade. Com seu jeito legal de ser, e sempre sincero, fez com que Tardelli e cia que não estavam jogando nada começassem a voltar a jogar futebol. Tardelli chegou a seleção, Marcos Rocha voou, Victor garantiu resultados, e as contratações somadas as apostas do treinador deram resultados. Dois títulos inéditos e mais um campeonato mineiro entraram na sede do clube. 

Já no brasileirão o time do Galo sofreu com os desfalques. Com poucas alternativas no elenco, o time se viu ainda mais frágil após saídas de Jô, André, Maicosuel e Guilherme. Ainda assim, com um time limitado, Levir nos colocou na improvável liderança do campeonato brasileiro, que nos foi tirada graças a erros seguidos de arbitragem. 
Após a perda da liderança, o time seguiu vencendo, mas deixou de convencer (talvez esse fosse o real futebol que deveria ter sido apresentado no primeiro turno e que só apareceu com o tempo). 

O time do Galo venceu o Mineiro depois do minuto 40 do segundo tempo e viu-se ainda a classificação às oitavas de final da libertadores sair somente após um golaço de fora da área também nos minutos finais. O time que deveria ter dado vexame no primeiro semestre mostrou luta e garra até o fim e por destino, conseguiu encantar, conquistar e manter a confiança do torcedor. 

O título estadual e o início de brasileirão nos fez esquecer o começo de ano ruim que o time teve, mas o segundo turno veio nos lembrar que pra termos um super time é necessário mais. Mais dinheiro, mais paciência e mais jogadores, mas não de mais treinador.

Levir fez milagres com o que tinha em mãos, mas também pecou. Muito preciosismo e falta de ambição o levaram a um caminho oposto do que o clube deseja. Mesmo que falte investimento para conseguir títulos, a diretoria e a torcida os cobrarão de qualquer jeito. 

Por isso, hoje, Levir não é mais treinador do Galo, mas o legado e as histórias que por aqui escreveu, serão sempre lembradas. 

Obrigado, Levir! Você é um cara legal.

Victor (6,0): Falhou no primeiro gol.

Marcos Rocha (6,0): Fez um gol, é verdade, mas pouco ajudou a equipe e saiu de campo para o time não levar mais gols. 

Léo Silva (6,5):  Jogou bem e tentou parar o ataque adversário, mas jogou sempre sozinho. 

Jemerson (7,0):  Tentou conter o ataque adversário e foi gigante em vários lances, mas sozinho, não conseguiu segurar o ataque adversário.  

Douglas Santos (5,5): Fez um jogo horrível onde foi facilmente driblado e errou passes, cruzamentos e posicionamento. Falhou individualmente no segundo gol do adversário ao não acompanhar o atacante que estava marcando. 

Rafael Carioca (6,0): Não conseguia fazer a bola chegar ao ataque. Sem opção de passe, foi facilmente desarmado. 

Leandro Donizete (6,5): No mesmo nível do companheiro, mas mostrando a raça de sempre tentou armar o jogo já que os meias não buscavam a bola.

Dátolo (6,5): Não conseguiu ser criativo, até tentou e pediu a bola, mas mesmo tendo uma fraca partida, Dátolo foi o principal meia na partida.

Giovanni Augusto (6,0): Não conseguiu jogar, ficou preso a marcação e foi facilmente desarmado. 

Luan (6,5): Luan fez um ótimo primeiro tempo e saiu com um gol, mas depois caiu e produção junto com o time. Talvez por cansaço e falta de motivação.

Pratto (6,0): Pouco finalizou ou recebeu a bola em condições de chegar ao gol. Saiu sem finalizar a gol e foi muito prejudicado pelo fraco desempenho do time.

Foto: Bruno Cantini


Substituos:

Carlos (6,0): Não tocou na bola e nada produziu.

Patric (6,0): Entrou no lugar do Rocha para melhorar o lado direito. Conseguiu melhorar o setor defensivamente, mas pecou quando foi ao ataque.


Thiago Ribeiro (5,0): Entrou e conseguiu errar tudo o que tentava. O Galo teve várias chances em contra ataques, mas Thiago errou passes, cruzamentos e domínio de bola. Jogo que mostra o porque o clube não deve renovar seu contrato.

22 de nov. de 2015

Galo x São Paulo - A espera de 2016

Já classificado para a fase de grupos da Libertadores, o resultado só serviu para manter o Galo como único mineiro na competição continental no ano que vem. 

Jogo onde o Galo jogou 50% do que sabe, não correu, não lutou e somente jogou pra frente. Tiago e Jemerson por vários momentos salvaram o time, mas 90 é muito tempo para apenas 2 jogadores se defender. Somado a belos chutes do adversário e um pênalti inexistente, o Galo saiu derrotado em um jogo onde também não mereceu vencer. 

Jogo a parte, Levir e o time já estão pensando no ano que vem. Levir não sabe se fica, e já teve seu belo trabalho manchado pelos jogadores no segundo turno. Marcos Rocha, Leo Silva, Carioca, Giovanni, Dátolo, Pratto e até Luan fizeram um segundo turno muito abaixo do que podem apresentar. Tudo isso somado aos fracos jogadores do elenco, que no primeiro turno jogaram tudo o que sabiam e até o que não sabiam, fez com que o time fosse muito irregular. O Galo jogou pelo título, e no momento em que o título parecia distante os jogadores perderam toda a motivação. Jogos contra Santos e Sport foram pontos fora da curva, um jogo onde dentro da própria partida o time entregou e desistiu de lutar. 

Levir também desistiu, apesar de tudo que fez, não teve o trabalho reconhecido e por isso se entregou ainda mais a sua aposentadoria. Ele que já tem quase 30 anos de carreira, não necessita mais passar por situações como essa. E sim, não precisa de pressão, não precisa de dinheiro, mas o Galo não pode se dar ao luxo de jogar sem pressão. O Galo atingiu o patamar que lhe foi tirado por péssimas gestões, e agora volta a jogar por título, correr por títulos e precisa ser pressionado. 

Os caminhos de Atlético e Levir se cruzaram em um momento onde o Galo precisava muito!! Presidente, jogadores e torcedores estavam acomodados com o título da Libertadores e Levir trouxe humildade a todos nós. 

Hoje os caminhos de Atlético e Levir parecem não se encontrar mais. Hoje o treinador está acomodado e o Atlético tem sede de mais títulos, por isso necessitamos de um treinador que venha para conquistar e que não aceite nada mais do que a perfeição. 

Victor (6,0): Falhou no terceiro gol e apesar de grandes defesas, não conseguiu impedir a derrota.

Marcos Rocha (5,5): Saiu pro jogo e pouco marcou. Errou tudo que tentou quando foi ao ataque e na defesa assistiu o adversário passear pelo seu setor.  

Tiago (7,0):  Jogou bem e cortou todas as bolas em que esteve na dividida. 

Jemerson (7,0):  Foi cirúrgico em vários lances, onde sozinho conseguiu segurar o ataque adversário. 

Patric (5,5): Fez um jogo horrível onde foi facilmente driblado e errou passes, cruzamentos e posicionamento. 

Rafael Carioca (6,0): Não conseguia fazer a bola chegar ao ataque. Sem opção de passe, foi facilmente desarmado. 

Leandro Donizete (6,0): No mesmo nível do companheiro.

Dátolo (6,5): Não conseguiu ser criativo, mas sua péssima partida foi salva com um gol.

Giovanni Augusto (6,0): Não conseguiu jogar, ficou preso a marcação e foi facilmente desarmado. 

Luan (6,5):  Parecia desatento. No primeiro tempo Luan não conseguiu acertar passes e cruzamentos, já no segundo marcou o gol e foi substituído logo depois. 

Pratto (6,0): Pouco finalizou ou recebeu a bola em condições de chegar ao gol. Saiu sem finalizar a gol e foi muito prejudicado pelo fraco desempenho do time. 


Foto: GazetaPress


Substituos:

Carlos (6,0): Não tocou na bola e nada produziu.


Thiago Ribeiro (6,5): Entrou bem, deu uma assistência, mas nos outros contra ataques não conseguiu repetir a bela jogada do segundo gol.

9 de nov. de 2015

Galo 1 x 0 Figueirense - Avaliação individual dos Jogadores

Agora sim, com a Libertadores garantida o Atlético pode enfim se dar ao luxo de jogar sem garra e vontade. O que não pode acontecer nunca é desistir antes de lutar e vimos isso nos dois últimos jogos onde o Galo já entrou em campo derrotado. 

Para a sorte do torcedor que ficou até o fim no Independência domingo passado e ainda cantou o hino ao fim do jogo, o Figueirense é medíocre e conseguiu a proeza de perder para o Galo jogando 10% do que sabe e pode render. Que a vitória e as próximas que virão até o fim do ano possam servir de motivação para entrar nas 6 competições do ano que vem com um apetite redobrado. 

Que Levir e a comissão técnica encontrem motivação para iniciar mais um ano no futebol e buscar novos títulos e novas conquistas. O atleticano agora tem sede de títulos e grandes jogos, não sabemos mais nos contentar com vices campeonatos e participações em grandes competições. Nós queremos ganhar!!!

E que pensando sempre em ganhar e em ser melhor, a diretoria possa enfim investir um pouco mais no futebol e que o Mineirão possa ser usado mais vezes para arrecadações maiores e para que os torcedores apaixonados possam acompanhar o Galo mesmo com a crise financeira do país. 

O jogo. O Galo entrou em campo a fim de matar logo o jogo, mas pouco chutou a gol e sempre sem direção certa. Aos poucos o desânimo bateu e o adversário cresceu, pois precisava dessa vitória para ganhar não só os 3 pontos, mas o dinheiro de premiação oferecido pela diretoria Corinthiana para sacramentar o título. 

O jogo foi a partir dos 15 minutos do primeiro tempo até o final do segundo tempo com apenas um time querendo a vitória, e esse não foi o Galo. Foi sonolento e errou tudo que tentava. Os dois laterais perdidos em campo. Um sonhando com a Europa e o outro com a seleção. O ataque estava desconcentrado e não conseguia trocar mais do que três passes.

Apenas três jogadores se destacaram em meio a tanta sonolência e displicência: Leandro Donizete, Jemerson e o santo Victor. 

No fim do jogo, quase no apagar das luzes, Dátolo apareceu em campo e conseguiu finalizar com tranquilidade para o gol. Destaque da bela jogada entre Patric e Luan, que nos minutos finais resolveram jogar.

Galo venceu, mas não convenceu. E se serve de alento o líder levou baile dentro de casa do todo poderoso Coritiba. O importante em pontos corridos é não perder, e que esse jogo sirva de lição de que podemos bater qualquer adversário quando jogamos juntos e concentrados. 


Victor (8,0): Salvou em vários lances e impediu não só uma derrota, como uma goleada que poderia ter resultado pela falta de vontade do restante do time. 

Marcos Rocha (5,5): Saiu pro jogo e pouco marcou. Errou tudo que tentou quando foi ao ataque e na defesa assistiu o adversário passear pelo seu setor. Saiu de campo e o time equilibrou o jogo. 

Léo Silva (7,0):  Jogou bem e cortou todas as bolas em que esteve na dividida. 

Jemerson (8,0):  Foi cirúrgico em vários lances, onde sozinho conseguiu segurar o ataque adversário. 

Douglas Santos (5,5): Convocado por Dunga para a seleção brasileira, Douglas fez um jogo horrível onde foi facilmente driblado e errou passes, cruzamentos e posicionamento. 

Rafael Carioca (7,0): Tentou controlar o jogo, mas sozinho não conseguia fazer a bola chegar ao ataque. Sem opção de passe, foi facilmente desarmado, mas conseguia sempre se recuperar. 

Leandro Donizete (7,5): Jogando com a raça de sempre, fechou os espaços e garantiu o zero no placar. Quando saiu para o ataque criou as principais jogadas e quase fez um bonito gol ao chutar de fora da área.

Dátolo (6,5): Não conseguiu ser criativo, mas sua péssima partida foi salva com um gol no fim.

Giovanni Augusto (6,0): Não conseguiu jogar, ficou preso a marcação e foi facilmente desarmado. 

Luan (6,5):  Parecia desatento, e só conseguiu produzir quando Patric entrou pelo lado direito. No primeiro tempo Luan não conseguiu acertar passes e cruzamentos, o que fez com extrema qualidade no fim da partida, ao achar Dátolo livre dentro da área. 

Pratto (6,0): Pouco finalizou ou recebeu a bola em condições de chegar ao gol. Saiu sem finalizar a gol e foi muito prejudicado pelo fraco desempenho do time. 

Imagem: Cristiano Andujar/AGIF/Estadão Conteúdo

Substituos:

Patric (6,5): Entrou bem e corrigiu os defeitos do lado direito. Fez uma bela jogada com Luan que resultou no gol da vitória.

Thiago Ribeiro (6,0): Pouco pegou na bola, mas quando a teve nos pés, somente conseguiu tocar para trás ou para o lado. Pouco objetivo, não acrescentou nada na partida.



Galo x Gambás

Para a média final do Prêmio Blog Galo de Prata:

Victor (6,5):  

Marcos Rocha (5,5): 

Léo Silva (6,0):  

Edcarlos (6,0):

Douglas Santos (5,5): 

Rafael Carioca (6,0): 

Leandro Donizete (7,0): 

Dátolo (6,0):

Giovanni Augusto (6,0): 

Luan (6,0):  

Pratto (6,0): 

Substitutos:

Cárdenas (6,0):

Thiago Ribeiro (6,0):

Patric (6,0): 

25 de out. de 2015

Galo 2x1 Ponte - Há sempre um motivo para cantar


Mais uma grande exibição e resultado justo. Após dominar o jogo inteiro o Galo vence mais uma e se afasta dos concorrentes a uma vaga na liberadores. O Galo agora possui seis pontos de vantagem contra o terceiro colocado e mantém a diferença para o líder. 

Após um belo início de jogo, onde o Galo teve três chances de abir o placar, a Ponte equilibrou o jogo e conseguiu segurar o placar até os minutos finais do primeiro tempo.

Com a injeção de ânimo no vestiário, o Galo voltou do mesmo jeito em que começou o jogo, e abriu 2 a 0 após os gols de Luan e Giovanni, aproveitando boa jogadas dos companheiros. 

O jogo só se equilibrou a partir dos 44 do segundo tempo, quando o Galo sofreu o terceiro gol de bola aérea em três jogos consecutivos, e fez com que o adversário acreditasse no empate.

O jogo foi tranquilo. Domínio completo sobre o adversário como já é costume dentro de casa. Mas após bobeiras individuais, o Galo aos 48 minutos, perdeu Jemerson suspenso para a partida contra o Corinthians no próximo domingo. 

Para a Massa, que o eu acredito soe menos como um título e mais como o eu acredito no Galo. Não precisamos de quem torça pra títulos, mas sim de quem torça pro Galo conquistá-los. O Galo pecisa da torcida pra vencer mais um jogo e assim garantir mais uma vaga na libertadores em quatro anos, e também chegar mais perto do líder para colocar pressão no campeonato. 

O Galo está vivo, e continuará assim por muitos anos, porque o Galo somos nós, e nós somos a força dessa equipe. A diretoria cortou os gastos e buscas sanar as dívidas, e quanto a torcida, basta acreditar e empurrar como sempre fizemos, pois para nós atleticanos, só o Galo importa.


Victor (6,5): Jogo tranquilo pro goleiro e a única bola em direção ao gol, entrou. Mas Victor foi Santo ao salvar o Galo 1 minuto após o gol. 

Marcos Rocha (6,5): Saiu pro jogo e pouco marcou. Não teve muito trabalho com os adversários, mas impôs seu ritmo e acuou o adversário na defesa. 

Léo Silva (7,0):  Jogou bem e cortou todas as bolas em que esteve na dividida. 

Jemerson (6,5):  Fez um bom jogo até dominar uma bola errado e fazer uma falta para impedir o adversário de se aproximar do gol. Está suspenso do próximo jogo após errar uma bola fácil.

Douglas Santos (6,5): Ficou preso á marcação e foi bem.Quando foi ao ataque conseguiu fazer a assistência pro segundo gol, mas fora isso, errou tudo que tentou. 

Rafael Carioca (7,0): Voltou a jogar de terno, com calma e classe desarmou o adversário e controlou o ritmo do jogo. 

Leandro Donizete (7,0): Jogando com a raça de sempre, fechou os espaços, ajudando o Galo a segurar o placar tranquilo até os 44 minutos dejogo.

Dátolo (6,5): Voltou após um mês inativo e se saiu bem. Criou e foi eficiente nas jogadas ofensivas.

Giovanni Augusto (7,0): Jogou bem, deu bons passes, criou as jogadas e movimentou-se bem. Foi coroado com um belo gol.

Luan (7,0):  Correu da defesa ao ataque. Ajudou muito na marcação, mas não conseguiu ser o motor do Galo. Errou passes fáceis, mas se consagrou ao finalizar o rebote dado pelo goleiro adversário.  

Pratto (6,5): Pouco finalizou, mas quando teve a bola nos pés fez boas jogadas. 

Imagem: Google


Substituos:

Patric (6,0): Tentou, mas não fez a diferença que o time precisava

Cárdenas (6,5): Segurou bem a bola e quase fez seu gol.

Dodo (6,0): Entrou no fim do jogo e quase não pegou na bola. 

20 de out. de 2015

Galo x Sport - A essência alvinegra

Resultado longe do ideal e postura diferente do que precisaria de ser. Time entrou na pilha e não teve maturidade em buscar o resultado. 

Vexame, vexame o Galo terminar em segundo pela segunda vez em 4 anos. E após ficar 12 anos longe da libertadores chega a marca de 4 participações seguidas: vexame para um clube tão grande como o Galo. 

Não, não é vexame. O resultado foi espantoso, mas por falta de entrega e de poder de acreditar. Os jogadores e comissão técnica são os únicos a não acreditar na própria capacidade de reverter um resultado. Enquanto a torcida criou a imagem de um time excepcional e de qualidade inigualável, a diretoria e comissão trabalhou com os pés no chão, sabendo todas as deficiências que tinhamos, e que o que aqui conquistamos é fruto de um belo trabalho, de uma entrega e qualidade acima do padrão brasileiro. Mas para a nova e exigente parte da torcida do Galo, não podemos ser menos do que os melhores do país. 

Entendo ambos os lados: Os que trabalham com humildade para chegar ao topo, que ralam e possuem o dom da paciência para esperar a hora certa. E também aqueles que entendem que o Galo não pode ser apenas o segundo melhor time do país, que deve sempre ser o maior e o melhor. Mas espero que ambos os lados se lembrem de se unir sempre a cada 90 minutos e lembrem-se apenas de apoiar o Galo para a vitória. 

Ao fim de cada partida, todos tem o direito de comentar o que lhe convém, mas durante os jogos, só uma coisa interessa: O Galo está em campo e eu celebrarei a minha própria existência haja o que houver!

Parabéns a Galoucura e ao Movimento 105 pela belíssima festa em Pernambuco, que não se calaram em nenhum momento e cantaram como se não houvesse amanha! Essa é a essência alvinegra!

Victor (5,5): Falhou em 2 gols.  

Marcos Rocha (6,0): Marcou mal e não conseguiu produzir nada ofensivamente.  

Edcarlos (5,5):  Foi estabanado e cometeu vários erros

Jemerson (6,5):  Único a se salvar, apesar dos 4 gols sofridos, Jemerson evitou no mínimo outros 20 gols do adversário. Foram cortes atrás de cortes e ele parecia jogar sozinho na defesa. 

Douglas Santos (5,0): Desistiu de jogar após a expulsão do Carlos.

Rafael Carioca (6,0): Foi conivente com a displicência dos companheiros e se entregou.

Leandro Donizete (6,0): Não teve a fome do leão que sempre é.

Carlos (4,5):  Errou tudo que tentou e com apenas 20 minutos se descontrolou feito criança e prejudicou toda á equipe.

Giovanni Augusto (6,0): Sempre que tocava na bola estava sozinho entre 4 defensores. Deu a lógica, levou a pior em todos os lances por falta de companhia no ataque.

Patric (6,0):  Começou mal, continuou muito mal e errando tudo. No fim, resolveu arriscar e quando foi pra cima, conseguiu lvar perigo e até sofrer um pênalti.

Pratto (6,0): Não finalizou. Ficou prejudicado com um companheiro a menos no ataque devido a expulsão e a falta de outros companheiros ao ataque devido a má vontade e displicência. 

Imagem: lancenet.com.br


Substitutos: 

Cárdenas (6,0): Entrou com vontade de mostrar futebol, mas sozinho não pôde fazer nada. 

Josué (6,0): Entrou e jogou até de centro avante. Ao menos,se dedicou mais que os companheiros.

Thiago Ribeiro (6,0): Bateu um pênalti e só. Terminou o jogo com 3 passes errados em 5 tentados e uma finalização certa. 

15 de out. de 2015

Galo 2x1 Inter - O pulso ainda pulsa

Em sintonia com a torcida, o Galo vence mais uma e cola no líder do campeonato. Em um jogo onde o domínio foi completo, mas a eficiência não foi tão boa. É manter a pegada, a raça e a união, juntar coma  força e a crença da torcida para buscar o impossível mais uma vez. 

O Galo começou a 200 km/h e abriu o placar logo cedo, após pênalti bem marcado. Lucas Pratto manteve a média e não perdeu. Vigésimo segundo gol do Urso com a camisa do Galo em sua primeira temporada. 

E não parou por aí. Após o gol o Galo recuou, deu a chance e a bola pro Inter jogar, mas como o adversário veio apenas cumprir tabela, o Galo retomou a bola e teve pelo menos mais três chances claras de ampliar o marcador. Como não fez o castigo veio no fim, após escanteio o adversário empatou o gol em sua primeira finalização no jogo. 

Já no segundo tempo o Galo voltou frenético e partiu pra cima. Depois de muita insistência e chances perdidas, Marcos Rocha completou pro gol. A partir daí o jogo mudou, pois o adversário resolveu ir todo para o ataque e com isso abriu espaços pro Galo fazer o terceiro, mas de novo o Galo pecou nas finalizações e não conseguiu ampliar o marcador. 

Fim de jogo e torcida e time em êxtase. Time domina o jogo, agride e fica a dois pontos do líder do campeonato. O pulso ainda pulsa e enquanto houver 1% de chance, eu sou 100% Galo!!! 

Que a torcida não desanime caso o Goias perca e os 5 pontos de diferença permaneçam. Aqui é Galo, 100% Galo e não torcemos pelo titulo, nós queremos é dar esse título pro time que merece: O Galo!

Victor (7,0): Jogo tranquilo pro goleiro, que quando precisou estava lá para garantir a vitória. 

Marcos Rocha (7,5): Sem obrigação de marcar, Rocha pôde se dedicar ao ataque e foi com ele que os gols do Galo saíram. 

Edcarlos (6,5):  Jogou bem, foi seguro e com ele em campo o Galo ainda não foi derrotado. 

Jemerson (7,0):  Perfeito nos desarmes e com a classe e tranquilidade de sempre, Jemerson parou o ataque adversário durante o jogo inteiro.

Douglas Santos (6,5): Ficou preso á marcação e foi bem.

Rafael Carioca (7,0): Voltou a jogar de terno, com calma e classe desarmou o Inter e armou o jogo pro Galo.

Leandro Donizete (7,5): Jogando com a raça de sempre, fechou os espaços e ajudou na ligação do meio com o ataque tendo participação direta no segundo gol e sempre começando os contra ataques. Grande jogo do Leão.

Thiago Ribeiro (6,5): Tímido, pouco apareceu no jogo. Teve chance de fazer o seu gol, mas mandou pra fora. Apareceu bem no jogo, mas pode dar mais. 

Giovanni Augusto (6,0): Jogou bem, deu bons passes, criou as jogadas e movimentou-se bem, mas na hora de coroar a boa apresentação ele pecou no último passe e ainda errou uma chance clara no primeiro tempo. 

Luan (7,5):  Correu da defesa ao ataque. Ajudou muito na marcação e no contra ataque. O motor alvinegro fez belas jogadas que não resultaram em gol, mas fica aqui o relato de mais um belo jogo de Luan. 

Pratto (7,0): Grande jogo do urso, que contribuiu com um pênalti muito bem batido. Movimentou-se bem e quase deu duas assistências no jogo. 

Foto Bruno Cantini


Substitutos:

Patric (6,5): Entrou bem, deu conta do recado com sua ajuda á marcação e a chagada ao ataque. Participou do segundo gol, mas pecou em outros dois lances onde poderia ter feito o passe ou o gol que daria a tranquilidade. 

Cárdenas (7,0): Melhor partida dele pelo Galo, Cárdenas dominou o meio, cadenciou e acelerou o jogo quando era preciso e quase deixou o dele. 

Pedro Botelho (6,0): Não prejudicou o time. 

5 de out. de 2015

Galo 3x0 Coritiba - Pra retomar a confiança

Placar elástico do Galo não é resultado de um massacre ou domínio de jogo, mas pela única coisa que faz a diferença em campeonato de pontos corridos: Eficiência. 
O Galo entrou em campo naturalmente. Senti até a falta de entrega maior, de raça ou super vontade, como é a característica desse time que há alguns anos estamos assistindo. Mas o Galo que entrou em campo estava mais concentrado, focado e sabendo o que tinha que ser feito: Fazer um gol e não levar nenhum.

Nem tudo é perfeição: Perdemos dois gols feitos e também demos espaços para que Victor brilhasse com duas defesas difíceis. Perdemos a cabeça e entramos no desespero do adversário, mas logo após o gol contra a favor do Galo as coisas voltaram ao normal. 

Segundo tempo de tranquilidade, compactação e pouca exposição. Parecia um pacto para não sofrer gols. E isso foi bem efeituado. Nem as bolas aéreas assustaram e o Galo manteria o 1 a 0 com tranquilidade. Mas foi muito mais que isso, mais do que uma tranquilidade, o Galo conheceu o que é ganhar fácil, tranquilo e sem sustos.

Após bela jogada e em um dos raros momentos de velocidade em contra ataque, Giovanni Augusto desencantou e fez o segundo. E falando em desencantar, Pratto, que não fazia gols há quatro jogos, voltou a marcar. 

Pratto foi derrubado na área. Pênalti que ele mesmo bateu e converteu. Foi o 21º gol dele com a camisa do Galo, distanciando ainda mais como o estrangeiro com mais gols pelo clube.

Ao fim da partida as coisas mudaram. Após o dever cumprido, o sorriso voltou aos atletas, pois a diferença não era mais 7 pontos, naquele momento era apenas 4. Eles sentiram que poderiam acreditar, que o sonho é possível. E aposto que após verem o empate entre Corinthians e Ponte Preta, eles acreditam ainda mais.

O apoio da torcida será fundamental para bater o Inter no Independência. A volta da motivação dos atletas e torcedores voltou. Que dia 14 chegue logo e que possamos continuar na caça aos gambás até o final! Eu acredito e estarei lá para dar o meu grito de Galo!

Aqui é Galo Porra!!!

Victor (7,5): Salvou o Galo e fechou a porta na cara dos atacantes.

Marcos Rocha (6,5): Ainda sem conseguir voltar pra marcar, Rocha da muito espaço na lateral direita quando volta para ajudar os volantes no meio. Pode causar perigo, mas passou despercebido pelo largo placar. 

Léo Silva (6,5):  Jogou bem, foi seguro e ganhou bastante divididas. Falhou no inicio da partida, mas no segundo tempo marcou muito bem.

Jemerson (7,0):  Ao mesmo nível do companheiro. Começou mal, mas no segundo tempo suas intervenções foram cruciais para a tranquilidade alvinegra.

Douglas Santos (6,5): Ficou preso á marcação e foi bem.

Rafael Carioca (6,5): Ainda sem ser o cara que era no primeiro turno, Rafael foi bem mais uma vez, acertou inúmeros passes.

Leandro Donizete (6,5): Jogando com a raça de sempre, fechou os espaços e ajudou na ligação do meio com o ataque.

Thiago Ribeiro (6,5): Tímido, pouco apareceu no jogo. Mas foi crucial para o primeiro gol ao dividir a bola com o zagueiro, que tocou pro próprio gol.

Giovanni Augusto (7,5): Começou mal, errando gols na frente do goleiro. Mas aos poucos acertou o pé. Cobrou boas faltas, escanteios e distribuiu passes. No fim, fez seu merecido gol e ajudou o Galo a garantir mais três pontos.

Luan (7,0):  Correu da defesa ao ataque. Ajudou muito na marcação e no contra ataque. O motor alvinegro fez belas jogadas que não foram concluídas em gol, mas fica aqui o relato de mais um belo jogo de Luan. 

Pratto (8,0): Fez chover em Curitiba. Errou um gol feito no primeiro tempo, mas logo depois fez uma grande jogada que resultou no primeiro gol. Saindo muito da área, chamou a marcação e fez um passe de gênio para Giovanni Augusto ampliar. No terceiro gol ele ganhou da defesa e só foi parado pelo goleiro. Na cobrança do pênalti, fez seu 21º gol com a camisa alvinegra.

Imagem: Geraldo Bubniak


Substitutos:

Josué (6,5): Entrou pra segurar o jogo e fechou ainda mais os espaços pelo meio campo. 

Carlos (6,5): Entrou como centro avante e conseguiu perder um gol feito. Mas correu e movimentou-se bem, estando sempre bem posicionado.

Cárdenas (6,0): Entrou nos acréscimos e pouco pôde fazer. 

3 de out. de 2015

A VERDADE SOBRE O TAL "TIME DO POVO"...


POR BRUNO TOSTES


Há até bem pouco tempo, o futebol no Brasil era um esporte popular, a diversão do menos favorecido ao mais abonado! Uma forma acessível de unir e confraternizar pessoas de diferentes classes sociais e torná-los iguais durante 90 minutos.

Nos dias atuais, com as novas Arenas, altos salários de jogadores e técnicos e os preços absurdos das multas rescisórias para se contratar um atleta, as equipes se viram na obrigação de inflacionar de forma exorbitante os preços de ingressos dos jogos de suas equipesl. É a tal "gourmetização" do futebol. Essa ação é bem questionável, pois criou o dilema do que seria melhor e mais rentável para o clube: preços mais em conta e estádios cheios, ou jogos mais vazios com preços maiores?

Mas esse post não é pra analisar isso, e sim outro assunto que vem criando uma certa polêmica. Alguns times brasileiros sempre tiveram raízes mais fortes nas classes populares. É senso comum que alguns clubes sempre foram abertos à massa menos favorecida de seus respectivos estados, e, por isso, são considerados CLUBES DE MASSA. Uma pesquisa nas histórias desses times confirma isso com facilidade. Aqui em Minas, por exemplo, o Galo sempre foi conhecido por ser o time da massa, a agremiação que tinha em seu grupo negros e brancos e que tinha sua identidade consolidada desde sua origem, no nome e nas cores! Essa fama acompanha até mesmo o futebol do Atlético, e por isso sempre foi rotulado como um time de raça.

É claro que há torcedores do "povo" em todas as agremiações. Seria uma hipocrisia dizer que time A ou B tem exclusivamente torcedores "coxinhas". Nossa situação social possibilitou uma popularização de todos os times de futebol, mesmo aqueles de origens diferentes!

No entanto, há alguns dias, uma nova mania do torcedor smurf vem chamando a atenção. Agora cismaram que seu time é do "povo", que tem raízes populares e democráticas e que sempre foi o clube da massa em Minas Gerais. Aí já é chamar até mesmo o torcedor crüzeirense de burro. Qualquer pessoa mineira que goste de futebol, um pouquinho que seja, sabe que a origem deles é italiana, elitista e segregadora. O crüzeirense de verdade conhece a origem de seu clube, e sempre encheu o peito pra chamar o atleticano de "favelado".

Chega a ser até engraçado 
ver o esforço da atual diretoria do ex Ipiranga/Yale/Palestra em tentar fazer uma mentira deslavada dessas virar verdade. A própria falta de identidade deste clube durante anos já é um exemplo claro da busca por auto afirmação e torcedores. Nas primeiras décadas de sua existência, esse time era bem, mas bem menor que o América, que fazia com o Galo o chamado "Clássico das Multidões". Time do povo onde, meu Deus? Ainda mais desde 1921, como tenta convencer a rídícula campanha de marketing da sua atual diretoria.

Veja esse depoimento de Ubaldo, ídolo atleticano na década de 50, um dos maiores artilheiros da história do clube (137 gols) e que em 1958 marcou um gol dias depois de ter retornado ao Galo, e foi carregado pelo povo alvinegro do Independência até a Praça 7. 



Mas para que o texto não fique apenas nos fatos comuns e de conhecimento geral, seguem a seguir arquivos da Biblioteca Central da UFMG. Não fui eu quem disponilizou esse material na Universidade. Ele está lá, pra quem quiser ver! Nele se comprova nitidamente a origem pouco ou nada "popular" deste clube, influenciada pela sua raiz italiana, inspirada pelo líder fascista Benito Mussolini, que, de acordo com os documentos acima citados, era um herói para os primeiros mandatários crüzeirenses.

Importante dizer que não estou querendo insinuar que os italianos eram um povo ruim, de maneira alguma! Em todos os povos e crenças existem pessoas boas e más. Na Igreja, no seu trabalho, na política (mesmo que os bons nessa área estejam tão raros hoje em dia!), no Brasil, nos EUA, no Afeganistão. O mesmo acontece no futebol: na torcida do Galo, do rival, do São Paulo, do Grêmio, a escolha de um time não dita o caráter de ninguém. Inclusive muitos italianos que vieram pra cá nessa época escolheram torcer para o Atlético, e outros que não possuíam nenhum laço com a Itália escolheram o Palestra. O que deve ser reparado são os ideais daqueles que fizeram parte da fundação do time azul!


É nitido que a origem deste clube apresenta ligação ZERO não só com o "povo" de Minas Gerais, mas também com nosso próprio país. Tanto que nos primeiros anos, apenas italianos podiam jogar na equipe. Apenas um tempo depois brasileiros passaram a ser aceitos. E eu me refiro a brasileiros, mas não negros, que só vieram a ter acesso bem depois. Essa mentalidade pode ser vista claramente nas manifestações de idolatria ao líder fascista italiano da época:

"A Itália, a grande Mãe, de todos nós dessa vasta falange de seus filhos que cruzaram o oceano em busca de melhor fortuna, ao longo do solo fertilíssimo da terra hospitaleira (Brasil) – apesar da extensão quase infinita que nos separa dela (Itália), apesar dos longos anos de nossa ausência – a temos sempre muito viva em nosso pensamento, e sempre muito querida no coração: e esta chama de puro amor, que nunca acaba, que nos conforta e nos encoraja, que nos alegra e nos eleva. É por isso que, agora um homem – Mussolini – fez de nossa Itália uma Pátria digna de sua história milenar, nós exilados, que como vossa pessoa, sentimos em nossas veias o entusiasmo pelas coisas grandes e generosas, - nos sentimos altivos, orgulhosos das ações de nosso Herói, hoje digno da veneração nacional e da admiração universal.
E junto aos meus votos de maior grandeza e prosperidade, envio também 240,00 Liras em benefício deste Fascio.
Alalá ao Fascio Sant’Arseniese.
Alalá à nossa Itália.
Alalá a Mussolini.
Com os abraços fraternos,
Devmo. Raffaele Gagliardi"


Apenas para registro, Raffaele Gagliardi, o homem que assina o texto acima (e que pode ser visto nos documentos já citados!), foi o parceiro de negócios e confrade de Alfredo Noce, 2o Presidente da agremiação de múltiplos nomes, hoje conhecida como Crüzeiro. E ele era o presidente justamente em 1923, ano dos documentos em questão.

As páginas são do jornal ARALDO ITALIANO, tido como o órgão oficial do clube na época, que publicava rotineiramente notícias do Ypiranga/Yale/Palestra, e, curiosamente, tinha como principais nomes os mesmos Gagliardi (presidente) e Noce (tesoureiro). Ambos também faziam parte da cúpula da Fundação Dante Aleghieri, que difundia as culturas italiana e fascista no Brasil. 

Taí a real origem do clube que mais treme no Brasil! Mas acho normal...os que vivem cheios de vaidade têm essa necessidade de auto afirmação. Mesmo que pra isso tenham que mentir para si mesmos! É o velho ditado: "Conte uma mentira muitas vezes, e ela se tornará verdade!". Coitados, eles realmente acreditam nesse papinho de Time do Povo...

Ouvi outro dia um dirigente deles dizer ao vivo no 98 Futebol Clube que uma torcida vive de títulos e conquistas. Você está errado, meu caro! Uma torcida de verdade vive de sentimento e de amor! Títulos são apenas a cereja do bolo pra nós! Mas você nunca saberá o que é isso. Pergunte ao seu ex presidente Cesar Masci ou ao seu ex lateral direito Paulo Roberto... Ele te ensinarão o que aprenderam!  Às vezes você aprende também. Deve ser muito ruim ver a imprensa nacional, jogadores, dirigentes e pessoas que gostam e conhecem de futebol passarem anos e anos exaltando o Galo como time da Massa, de raça, de fibra. A VERDADEIRA SELEÇÃO DO POVO!

Clique aqui para ver os documentos. Para achá-los no link, basta procurar pelo ano das publicações (1923), mas, pra facilitar, abaixo estão imagens dos mesmos!

Boa leitura!